Desde 7 de setembro, Subte está com todas as estações em operação

Estação Pasteur-Amia, Linha B

Segundo a Subterráneos de Buenos Aires Sociedad del Estado, empresa da Cidade de Buenos Aires responsável pela administração da rede metroviária da capital argentina, no dia 7 de setembro de 2021 as dez estações do sistema que permaneciam fechadas foram reaberta. Assim, a rede está totalmente operacional.

A medida se enquadra no plano de normalização gradual e progressiva apresentado pelo Governo da Cidade Autônoma de Buenos Aires..

As estações recentemente reabertas são Sáenz Peña, Pasco e Alberti (Linha A), Flórida e Pasteur-Amia (Linha B), Aguero e Scalabrini Ortiz (Linha D) e San José, Pichincha e Varela (Linha E).

A medida respondeu ao aumento do número de usuários cadastrados nas últimas semanas. Atualmente, viajam no sistema cerca de 30% dos usuários que viajavam antes da pandemia.

Desde o início da pandemia, as variações da demanda têm sido constantemente analisadas e a partir delas foram definidas as medidas necessárias para prestar o atendimento, em conjunto com as autoridades do Ministério da Saúde. Assim, as estações foram abrindo e a oferta de trens foi ajustada.

PROTOCOLOS

Subterráneos de Buenos Aires Sociedad del Estado observa que ainda estão em vigor todos os protocolos para combater a propagação da Covid-19 e cuidar dos usuários, trabalhadores e contratados da rede.

Segue o reforço na limpeza e desinfecção de estações, composições e superfícies de alto contato; dispensadores de álcool em gel foram colocados em todas as estações; foi adicionada sinalização para atender às medidas de distanciamento entre os usuários, e a cota de até 40 pessoas em pé por carro vem sendo mantida. Além disso, o sistema opera com esquemas de horários especiais para proteger os trabalhadores.

Da mesma forma, continua a ser realizado o controle de capacidade, com enfoque nas estações de maior tráfego, com uma equipe concebida para controlar a entrada de passageiros e evitar concentrações em plataformas e nos trens.

Bicicletas e patinetes apenas fora do horário de pico

Em função do aumento progressivo da demanda, o ingresso de bicicletas e patinetes, habilitados no ano passado, quando vigorava o estrito isolamento, ficará restrito ao horário fora de pico durante os dias úteis – do início do serviço até 8h, entre 10h e 16h e das 19h ao fechamento, além de finais de semana e feriados. O objetivo é garantir maior capacidade dentro dos trens.

As linhas habilitadas para isso são as mesmas até agora: as linhas A, B, D, E e H. A Linha C é excluída devido à alta demanda, diferentes combinações internas e por ser a mais curta da rede – recomenda-se que viagens de cerca de 5 km sejam feitos de bicicleta.

Bicicletas ou patinetes só podem ser transportados no primeiro e último vagão de cada formação. A zona de acesso e o interior das composições estão sinalizados. Está determinado um máximo de dois veículos (bicicleta ou patinete) por carro, totalizando quatro por trem.

Devem ser utilizadas escadas fixas e será proibido, por motivos de segurança, o uso de escadas rolantes e elevadores para subir ou descer com os veículos.

Os passageiros devem viajar em pé os ao lado de seus veículos.

A prioridade e os espaços para pessoas com mobilidade reduzida devem ser respeitados.

Nas estações, os condutores devem caminhar, conduzindo a bicicleta ou o patinete.

Recomenda-se evitar combinações com outras linhas.

É aconselhável ingressar no metrô com bicicletas particulares e não com unidades do sistema Ecobici (visto que estas se destinam a viagens curtas).

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