América Latina tem apenas 1% do total de metrôs plenamente automatizados em operação, segundo novo relatório da UITP

Embora tenha alcançado uma das maiores taxas de crescimento relativo, com o início de operação da Linha 3 do Metrô de Santiago, a América Latina possui apenas 1% das linhas de metrô complemente automatizadas do mundo e figura em último lugar num ranking produzido pela União Internacional de Transportes Públicos (UITP), concernente ao ano de 2018, e que abarca as diferentes regiões do planeta. Esses dados constam do documento em inglês intitulado World Reporton Metro Automation 2018.

O relatório destaca que a Ásia consolidou seu status como a região líder mundial em automação metropolitana com 50% do total de quilômetros de linhas de metrô totalmente automatizadas em operação, por causa do início de operação de cinco novas linhas (na Coréia, Malásia e China) entre 2016 e 2018. A Europa continua em segundo lugar, com 30%, com a América do Norte e Oriente Médio seguindo em 11% e 8%, respectivamente.

MARCO E NOVOS AVANÇOS

Diz o relatório da UITP que existem 64 linhas de metrô totalmente automatizadas em 42 cidades, operando 1.026 km, um aumento de 27,7% km sobre os números do relatório mundial da UITOP referente a  2016.

Em março de 2018, os metrôs automatizados ultrapassaram o marco de 1.000 quilômetros com a inauguração da Linha Pujiang, em Xangai, China No final daquele ano,  em quase um quarto dos sistemas de metrô do mundo havia pelo menos uma linha totalmente automatizada em operação.

O levantamento também identifica que, se forem confirmados os projetos estabelecidos, no início da próxima década o número de metrôs automatizados no mundo deverá triplicar, com a maior parte do crescimento ocorrendo na China.

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