Quase pronto

Por meio de uma nota divulgada no início de julho, o diretor coordenador do Tranvía de Cuenca, Jorge Espinoza, mostrou o “estado atual” desse sistema.

O funcionário disse que, do ponto de vista da obra civil e técnica, o Tranvía de Cuenca está concluído, mas acrescentou: “No entanto, existem alguns processos de recepção para entrar em funcionamento, e estamos trabalhando para que sejam ágeis e realizados no menor tempo possível”.

Estão pendentes complementos relacionados a sistemas de coleta e comerciais, autorizações para motoristas (licenças) e revisão de algumas questões legais com contratados, aspectos que são calculados com base no custo-benefício.

Ele esclareceu que, no que diz respeito às carteiras de motorista, as ações são coordenadas para validar as horas de treinamento que se acumularam durante sua preparação.

A manutenção é outro fator que está pendente; as opções mais convenientes para a cidade estão em análise. “A data de operação comercial deste novo meio de transporte depende de aspectos externos que são resolvidos gradualmente com as medidas necessárias”.

Uma das conquistas recentes é a diminuição da faixa de consumo da tarifa de energia elétrica. “No momento a Empresa Elétrica Regional Centrosur nos considera um consumidor especial e isso nos diminui em torno de 10 mil dólares mensais nas planilhas”, afirmou o diretor.

No que diz respeito ao sistema de semáforos, foi realizado um estudo e análise técnica, para os quais se busca um meio termo tecnicamente sustentado, que inclui a análise de toda a rota para identificar quais semáforos podem ser desligados sem danificar a configuração na qual se trabalhou todos esses meses. 

“Estamos aqui analisando tudo do ponto de vista técnico para que o projeto avance; estamos nos dedicando todos os dias ao trabalho”, disse Espinoza.

MANUTENÇÃO

Outra nota divulgada pela Tranvía de Cuenca também no início de julho de 2019 afirma que, nas instalações da Oficina de Pátio do sistema, as 14 unidades transviárias recebem constantemente manutenção preventiva a fim de preservar o bom estado delas.

Durante a primeira semana de julho, uma série de atividades foi realizada para garantir a funcionalidade de todos os elementos que integram os veículos.

A nota informa que o pessoal de manutenção técnica e os condutores do Tranvía de Cuenca serão responsáveis por essas tarefas, sob a orientação de técnicos da empresa Alstom.

Entre as atividades, foram cumpridos os testes anuais das baterias APS, com o objetivo de verificar e validar que estão em condição de funcionamento, com os equipamentos necessários instalados nas oficinas.

Soma-se a isso a manutenção dos trens por armazenamento, ou seja, testes mínimos para manter as unidades operacionais, que incluem a verificação de freios de emergência, inspeção visual completa da unidade, testes de injeção de areia, teste de patins magnéticos, entre outros.

A direção de Tranvía de Cuenca também informou que, periodicamente, as unidades realizam movimentos internos na Oficina de Pátio para verificar os diferentes elementos e, assim, garantir o funcionamento adequado ao iniciar a operação comercial.

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