Os vencedores do concurso de Arte Naif

Obra de Geovanna Carolina Pesántez intitulada Parada Mercado 3 de Noviembre

A organização do Concurso de Arte Naïf “Cidade de Cuenca e o VLT“, promovido pelo VLT de Cuenca, Equador, publicou um arquivo com reproduções das obras vencedoras, que podem ser acessadas através do link no final desta nota.

O concurso ocorreu no segundo semestre de 2021, no âmbito da celebração dos 201 anos da Independência, e do 22º aniversário da declaração de Cuenca como Cidade Patrimônio Mundial pela UNESCO. Os resultados foram anunciados em dezembro de 2021.

O termo “naïf”, que vem do francês (naif) ou anglo-saxão (naive), significa “ingênuo” ou “inocente”. Segundo os organizadores, embora não haja quase nada de inocente na arte de hoje, esta tendência procurou trazer de volta a pureza do “sentir-se como uma criança” através da pintura e do desenho.

O objetivo do concurso é refletir o cotidiano do povo de Cuenca com o novo elemento de mobilidade da cidade – o bonde, que celebrou seu primeiro aniversário em 22 de setembro de 2021.

OS VENCEDORES

Os vencedores foram selecionados entre vários trabalhos participantes, que seriam criados com base em sete paradas selecionadas do Tramway de Cuenca.

As obras vencedoras serão exibidas em cada uma das sete paradas selecionadas. Os vencedores do concurso são: Juan Carlos Vinueza Vázquez –Parada Aeroporto; Belén María Chalco García – Parada El Salado; Geovanna Carolina Pesántez Calle – Parada Mercado 3 de Noviembre; Juan Carlos Vinueza Vázquez – Parada 9 de Octubre; Raúl Alejandro Flores González – Parada Santo Domingo; Paula Emilia Pesántez Calle – Parada Unidade Nacional; Ericka Daniela Bermeo González – Parada Terminal Terrestre.

AGRADECIMENTOS

Ficou determinado que as obras vencedoras sejam exibidas em cada uma das sete paradas de ônibus selecionadas. Os primeiros lugares em cada parada foram reconhecidos com prêmios concedidos por empresas privadas.

O diretor do VLT de Cuenca, Jorge Moscoso, agradeceu aos cidadãos pela acolhida dada à iniciativa, às empresas que se uniram para reconhecer os vencedores, ao júri e convidou o povo de Cuenca a se apropriar do novo sistema de mobilidade que demonstra que a cidade pode avançar e se modernizar sem perder suas características patrimoniais.

Os membros do júri enfatizaram que o concurso visava destacar o valor patrimonial da cidade e capturá-la em imagens que demonstrassem a integração harmoniosa entre a nova mobilidade e o patrimônio construído, bem como o reflexo da nova vida cotidiana das pessoas de Cuenca quando viajam.

O júri foi composto por Enrique Dávila Cobos, mestre em Artes Visuais; Jorge Chalco, artista plástico e Julio Álvarez, diretor do Departamento de Artes Visuais da Universidade de Cuenca.

Veja os trabalhos vencedores

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