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CIDADE DO
MÉXICO

Cidade histórica e grandiosa é o coração de uma das maiores áreas metropolitanas da América Latina

Mapa do México e, em destaque, a Cidade do México

De raízes pré-colombianas, centro econômico-financeiro e cultural e também capital nacional, a Cidade do México, com território de 1.485 quilômetros quadrados 1, situa-se na região central do país. Tem altitude mínima de 2.240 metros e máxima de 3.930 metros acima do nível do mar 2. Em 2017, sua população era de 8.801.597 habitantes 3.

Nova situação político-administrativa. Em 2016, por reforma constitucional, a Cidade do México deixou de ser o Distrito Federal, vinculado ao governo da União, assumindo a condição de entidade federativa independente.

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Em 31 de janeiro de 2017, a Cidade do México aprovou sua própria Constituição Política 4, cujos dispositivos vêm entrando em vigor gradativamente, num processo que se completará em 2020. Em 2018, o novo ente federado elegerá o chefe de governo e parlamentares.

A CIDADE DO MÉXICO TEM 8,8 MILHÕES DE HABITANTES E EM SUA ÁREA METROPOLITANA MORAM 20,8 MILHÕES PESSOAS

A capital mexicana está organizada em 16 ‘delegações’ – demarcações territoriais que correspondem a órgãos político-administrativos descentralizados e autônomos em suas ações governamentais. Cada um deles é liderado por um ‘chefe de delegação’, eleito por voto popular e direto 5.

Inserção metropolitana. Com suas 16 ‘delegações’, a Cidade do México e mais 60 municípios de dois estados (59 municípios do Estado do México e o município de Tizayuca, do Estado de Hidalgo) compõem a Zona Metropolitana do Vale de México – ZMVM, que conta com um território com 7.866 quilômetros quadrados 6.

A população da Zona Metropolitana do Vale do México, incluindo a população da Cidade do México, era, em 2017, de 20.886.703 habitantes 7.

Duro impacto da multiplicação dos automóveis

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De acordo com os dados oficiais mais recentes 8, referentes a 2016, a frota da Cidade do México somava, naquele ano, 5.725.574 veículos registrados. Desse total, 5.332.167 (93,1%) correspondiam à frota de automóveis, havendo, ainda, 257.575 motocicletas e 108.280 caminhões e caminhonetas para transporte de cargas. O número de ônibus de todos os portes destinados ao transporte de passageiros era de 27.592.

“Cidade mais congestionada do mundo”

O Tomtom Traffic Index 9, que mede congestionamentos em 189 grandes centros urbanos de todo o mundo, coloca a Cidade do México no topo, ungida como a cidade com maior nível de engarrafamento.

Transporte particular leva menos gente com maior custo ambiental

ESTÃO REGISTRADOS NA CIDADE DO MÉXICO 5,72 MILHÕES DE VEÍCULOS. DESSES, 93,1% SÃO AUTOMÓVEIS PARTICULARES

A frota automotiva tem participação expressiva na emissão de agentes contaminantes do ar da capital mexicana, onde são delicadas as condições de dispersão da poluição. Essa situação é demonstrada no Inventario de Emisiones de la CDMX 2014 Contaminantes criterio, tóxicos y de efecto invernadero10, referente à Zona Metropolitana do Vale do México.

Esse documento informa, com base em cálculo próprio, utilizando informações de 2014, que a Zona Metropolitana do Vale do México apresenta índice de motorização de 250 carros por 1000 habitantes, o que tem influência direta na qualidade do ar, em razão da quantidade de energia necessária à movimentação dessa frota e do congestionamento das vias. O inventário salienta que, em 2014, havia 5,3 milhões de veículos registrados na região, com prevalência – 80% – dos veículos individuais particulares, sobretudo, automóveis e motocicletas.

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AUTOS E MOTOS PARTICULARES GERAM QUASE 60% DO MONÓXIDO DE CARBONO NA CAPITAL MEXICANA E PRODUZEM A MAIORIA DOS CONTAMINANTES.

Indicadores da poluição. A participação das fontes móveis de emissão de contaminantes atmosféricos, entre as quais se sobressai o transporte individual motorizado, é, de modo geral, bastante significativa, tanto no que diz respeito aos contaminantes locais como aqueles causadores do efeito estufa.

Juntos, os automóveis, os veículos tipo SUV e as motocicletas respondem, por exemplo, por 59,81% do monóxido de carbono (CO) lançado nos ares da capital mexicana, enquanto todos os veículos de transporte público e mais os veículos de carga, alcançam, somados, 36,24%.

A tabela a seguir mostra como o transporte particular motorizado – com autos, SUV e motos –, supera o transporte público quanto à emissão da maioria dos contaminantes locais – casos dos materiais particulados com 10 micrômetros de diâmetro ou mais, monóxido de carbono, óxidos de nitrogênio, compostos orgânicos voláteis e amônia – e também dos gases de efeito estufa – casos do dióxido de carbono, metano, óxidos de nitrogênio, hidrofluorcarbonetos e dióxido de carbono equivalente.

EMISSÕES DE FONTES MÓVEIS NA ZONA METROPOLITANA DO VALE DO MÉXICO EM 2014
AGENTE CONTAMINANTE PARTICIPAÇÃO DOS TRANSPORTES AUTOMÓVEIS, SUV E MOTOCICLETAS TRANSPORTES PÚBLICOS TRANSPORTE DE CARGAS
CONTAMINANTES LOCAIS
Partículas PM10A 20,7% 7,22% 6,03% 7,44%
Partículas PM2,5B 28,7% 4,98% 8,99% 12,32%
Dióxido de Enxofre (SO2) 16,5% 7,08% 8,32% 3,22%
Monóxido de carbono (CO) 96,1% 59,81% 16,54% 19,7%.
Óxidos de nitrogênio (NOx) 78,5% 30,77% 21,0% 26,68%.
Carbono Orgânico Total (COT) 11,3% 1,52% 2,39% 1,84%
Compostos Orgânicos Voláteis (COV) 20,00% 12,80% 4,04% 3,17%
Amônia (NH3) 3,5% 2,13% 0,86% 0,46%
GASES DE EFEITO ESTUFA
Dióxido de carbono (CO2) 70,7% 37,24% 21,1% 11,37
Metano (CH4) 1,4% 0,61% 0,34% 0.48
Óxido de nitrogênio (N2O) 63,5% 47,75% 6,88% 8,89%
Hidrofluorcarbonetos (HFC) 97,8% 81,22% 9,15% 7,45%
Dióxido de carbono equivalente (CO2eq.)C 65,3% 34,63% 20,23% 10,47%
Carbono negro 86,3% 6,67% 32,20% 47,38%

Tabela preparada com base nos dados constantes do Inventario de Emisiones de la CDMX 2014 – Contaminantes criterio, tóxicos y de efecto invernadero10. A – Materiais particulados com até 10 micrômetros; B – Materiais particulados com até 2,5 micrômetros; C – Mostra a quantidade de gases de efeito estufa (GEEs) em termos equivalentes da quantidade de dióxido de carbono (CO2).

Vítimas do trânsito

A exemplo do que acontece em outras grandes e médias cidades latino-americanas, o número de acidentes viários, com elevados números de mortos e feridos, também tem sido uma questão central no rol de problemas do modelo de transporte adotado na Cidade do México e na maioria dos grandes centros latino-americanos, com amplos privilégios para os automóveis.

NA CIDADE DO MÉXICO, HOUVE 227 MORTOS NO TRÂNSITO EM 2016; 131 ERAM PEDESTRES. HOUVE TAMBÉM 2.825 FERIDOS EM OCORRÊNCIAS DE TRÂNSITO

Os dados oficiais mais recentes 11 mostram que, em 2016, foram registrados 227 mortos em ocorrências de trânsito nas ruas e avenidas da Cidade do México, significando acréscimo de 8% em relação aos resultados de 2015, quando foram constatadas 210 vítimas fatais.

Contudo, é preciso registrar que o índice de 2016 revela um significativo recuo – de 27,2% – em relação aos resultados de 2014, quando o número de mortos foi de 312.

Dos mortos no trânsito da Cidade do México em 2016, 131 eram pedestres (57,7%) e quatro ciclistas (1,76%).

Também em 2016, foram registrados 2.825 feridos em ocorrências de trânsito, incluindo aqueles que terão sequelas graves e irreversíveis.

Esforço pela integração modal para uma nova mobilidade, mas ainda há muito a ser feito.

Recente documento da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) 12, da qual o México participa, analisa positivamente os avanços quanto à mobilidade urbana na Zona Metropolitana do Vale do México.

Um trecho do documento assinala: “Iniciativas recentes de mobilidade no Vale do México iniciaram a transição de uma política focada na gestão rodoviária para uma abordagem que favorece o acesso multimodal. Trata-se de um progresso positivo, uma vez que as políticas orientadas para os veículos particulares adotadas no passado acarretam congestionamento rodoviário, poluição, baixa produtividade e níveis mais baixos de bem-estar. As iniciativas no Vale do México têm como objetivo não só melhorar a qualidade do ar, mas também facilitar o acesso a serviços e ao desenvolvimento urbano mais harmonioso”.

De todo modo, o documento frisa que, apesar dos avanços em direção à mobilidade metropolitana inclusiva e sustentável, obstáculos importantes prevalecem. E recomenda o desenvolvimento de mecanismos organizacionais e instrumentos de política pública eficientes.

Veículos pequenos e antigos fazem a maior parte do transporte

Há um considerável volume de viagens entre a Cidade do México e as demais localidades da Zona Metropolitana do Vale do México – os municípios conurbados do Estado do México e Tizayuca, no Estado de Hidalgo.

Além dos veículos particulares, como automóveis e motos, são utilizados para o transporte de pessoas um sistema de metrô com mais de 226 km de vias, uma linha de trem suburbano e outra de trem leve e o pequeno sistema de teleférico denominado Mexicable, além de serviços estruturados de ônibus: o Metrobus, Mexibus, Sistema M1 e os trólebus.

De todo modo, em que pese a organização e qualificação desses sistemas, a maior parte do transporte continua sendo feita por meio de milhares de veículos pequenos, muitos dos quais antigos e inseguros, reunidos sob a denominação de ‘coletivos’ – trata-se dos micro-ônibus, conhecidos como ‘micros’ ou ‘peseras’, e veículos ainda menores, denominados ‘combis’ 13.

MICRO-ÔNIBUS E PEQUENOS VEÍCULOS FAZEM TRÊS EM CADA QUATRO VIAGENS POR TRANSPORTE PÚBLICO NA CAPITAL DO MÉXICO.

A informação sobre a prevalência dos ‘micros’ e ‘combis’ foi revelada pela Pesquisa Origem-Destino 2017 da Zona Metropolitana do Vale do México 14 e confirma tendência estabelecida na pesquisa anterior, de 2007.

Divulgada em fevereiro de 2018, essa nova Pesquisa Origem-Destino foi desenvolvida pelo Instituto Nacional de Estatística e Geografia (INEGI) e pelo Instituto de Engenharia da Universidade Nacional Autônoma do México (UNAM). A intenção foi entender as necessidades das pessoas que se deslocam na Zona Metropolitana do Vale do México, as características de suas viagens atuais (origens e destino, meios de transporte utilizados, duração das viagens e custos) e também identificar dos problemas mais relevantes.

Distribuição modal atual

De acordo com a Pesquisa Origem Destino 2017, em um dia de semana na Zona Metropolitana do Vale do México são feitas 34,56 milhões de viagens.

MAIS DE 11 MILHÕES DE VIAGENS, QUE SIGNIFICAM QUASE UM TERÇO DOS DESLOCAMENTOS METROPOLITANOS, SÃO FEITAS EXCLUSIVAMENTE A PÉ.

Viagens a pé. Um total 11,15 milhões de viagens são feitas exclusivamente a pé, representando 32,26% do total dos deslocamentos diários.

Transporte privado (autos, motos e transporte escolar). O transporte particular – que inclui automóveis (90,5%), motocicletas (5,1%), transporte escolar (4,5%) e ‘transporte pessoal’ (0,6%) – responde por 7,29 milhões de viagens, ou 22,85% das viagens quotidianas na Zona Metropolitana do Vale do México.

Transporte público. A pesquisa detectou que 15,57 milhões de viagens são feitas por meio de transporte público, o que representa 45,05% do de todas as viagens feitas diariamente na região.

‘Micros e combis’. Do total de viagens por transporte público, 11,54 milhões são feitas por ‘micros e combis’, significando que praticamente 3/4 das viagens em transporte público ocorrem por esse modo.

Há milhares de ‘micros e combis’ em operação, cumprindo centenas de rotas. Um site oficial turístico, menciona 106 linhas, com 1.163 rotas, que abrangem vias primárias e secundárias da cidade, e afirma não haver mapa oficial com tais linhas 15. Um aplicativo de busca não oficial, feito com base em dados abertos e atualizado em 2017, relaciona 916 diferentes rotas 16.

COM 12 LINHAS E 226 KM DE EXTENSÃO, O METRÔ DA CIDADE DO MÉXICO REALIZA POR DIA 4,47 MILHÕES DE VIAGENS

Em abril de 2017, as passagens dos ‘micros e combis’ custavam 5 pesos (USD 0,28) para uma distância de até cinco quilômetros; de 5,50 pesos (USD 0,30) para uma distância de cinco a 12 quilômetros, e de 6,50 pesos (USD 0,36) para uma distância superior a 12 quilômetros 17.

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Metrô. O metrô ocupa o segundo lugar entre os meios de transporte público mais usados nos deslocamentos diários, com 4,47 milhões de viagens diárias em transporte público, o que representa 28,7% do total.

ESTIMA-SE EM 146 MIL O NÚMERO DE TÁXIS NA CAPITAL MEXICANA. SÃO 1,64 MILHÃO DE VIAGENS POR DIA

Táxis. Os táxis estão em terceiro lugar entre os modos considerados de transporte público. Estima-se que na capital mexicana existam 146 mil táxis, acionados na rua ou por meio aplicativos; uma nova norma determina que os táxis passem a ter até março de 2019 taxímetros digitais 18. A Pesquisa Origem-Destino 2017 mostra que esse modo de transporte é responsável por 1,64 milhões de viagens diárias, ou 10,5% dos deslocamentos quotidianos em transporte público na Zona Metropolitana do Vale do México.

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Entre os táxis há uma categoria especial, denominada ‘táxi preferente’, com cerca de 120 unidades 19. A criação dessa modalidade é resultante de um programa desenvolvido pelo Governo da Cidade do México; tal serviço atende de maneira preferencial a pessoas com qualquer tipo de deficiência, grávidas e idosos, cobrando a tarifa de táxi vigente na capital mexicana.

Sistemas de ônibus Metrobus e Mexibus. Somados, os sistemas de ônibus Metrobus e Mexibus respondem por 1,11 milhão de viagens diárias, significando 7,1% do total das viagens diárias na região metropolitana.

Sistema de ônibus suburbanos. Com 910 mil viagens, o sistema de ônibus suburbano responde por 5,8% das viagens diárias na Zona Metropolitana do Vale do México.

FOTOGRAFIA: tateyama / Shutterstock.com

Sistemas de ônibus RTP e M1. Juntos, os sistemas de ônibus RTP e M1 aparecem na Pesquisa Origem-Destino 2017 como responsáveis por 410 mil viagens diárias, significando 2,6% do total de viagens em dias úteis.

Moto-táxi. A Pesquisa Origem-Destino de 2017 informa que são feitas 270 mil viagens diárias por moto-táxis, o que representa 1,8% do total das viagens. Recente matéria na imprensa estima que na Cidade do México atuem, de maneira não oficial, 30 mil moto-táxis (motos que tracionam carros de dois lugares). São veículos pertencentes a 8.500 famílias e que representam o ganha-pão de 23, 5 mil famílias 20.

HÁ 30 MIL MOTOTÁXIS NÃO AUTORIZADOS NA CIDADE DO MÉXICO, QUE GARANTEM O SUSTENTO DE 23,5 MIL FAMÍLIAS.

Golfitaxi. Outra forma de transporte não oficial detectada na Cidade do México e retratada em matéria da imprensa local são os golfitaxis 21. Trata-se de carros elétricos originalmente produzidos para o transporte de jogadores de golfe nos campos destinados a esse esporte e adaptados para viagens urbanas locais, geralmente com a condução de mulheres. As viagens custam em torno de 5 pesos (USD 0,27). O veículo chega a custar 146 mil pesos (USD 8.075). Essa modalidade de transporte não apareceu na pesquisa.

Bicicletas. A Pesquisa Origem-Destino 2017 mostrou que são feitas 720 mil viagens por bicicletas, correspondendo a 0,2% das viagens quotidianas em toda a Zona Metropolitana do Vale do México; exclusivamente na Cidade do México, o percentual é menor, 0,138%, e no restante da área metropolitana, é maior, chegando a 0,28%.

A pesquisa detectou também que, considerada toda a Zona Metropolitana do Vale do México, 46,8% dos lares contam com bicicletas. Especificamente na Cidade do México, o percentual é ligeiramente maior, chegando a 46,9%, enquanto nos municípios conurbados do Estado do México e em Tizayuca, a taxa é ligeiramente menor, de 46,7%.

A Cidade do México conta com um sistema de bicicletas públicas compartilhadas, destinado aos habitantes da capital e de seus arredores e também a turistas, mediante cadastramento com validade anual, mensal ou mesmo de um dia.

Informações divulgadas oficialmente 22 mostram que as infraestruturas para ciclistas incluem 170,11 km de ciclovias, 480 ‘cicloestações’ em 55 ‘colônias’ da cidade, cobrindo um polígono de 38 km2, e oferecem 6.800 bicicletas, inclusive bicicletas elétricas que permitem ao usuário percorrer distâncias mais longas.

Após 2016, quando os micro-ônibus foram proibidos no centro histórico da Cidade do México, vêm se consolidando como transporte alternativo os ciclotaxis. São veículos com lugares para dois passageiros além do condutor.

Sistemas estruturados

A seguir são apresentadas as principais características de sistemas estruturados que atendem à Cidade do México. Os resumos foram preparados por MOBILITAS com a utilização de dados colhidos sobretudo junto a fontes oficiais das organizações com responsabilidade sobre cada um dos sistema.

Metrô da Cidade do México

Contando com 12 linhas e extensão total superior a 226 quilômetros, o Metrô da Cidade do México completará 50 anos de operação em 2019. Atualmente, o sistema transporta mais de 4 milhões de passageiros por dia.

Início de operação 1969
Número de linhas Férreas Rodas pneumáticas.
2 10
Extensão total 226,44 km
Número de estações 163
Conexões Todas as linhas permitem conexão com outras linhas do metrô
Total de passageiros/dia típico 2016 2017
variou entre 3.857.000 (março) e 4.600.700 (outubro). variou de 3.097.000 (setembro) a 4.562.000 (novembro) 23
Total de passageiros/ano 2013 2014 2015
1.684.936.618 1.614.333.594
4,19% a menos que no ano anterior
1.623.828.642
crescimento 0.59% sobre o ano anterior. 24
Número de trens 390
Número de carros 3.282
Capacidade total dos trens 566.490 passageiros

Característica dos trens – Os 390 trens do sistema estão divididos em duas categorias principais. Uma delas corresponde aos trens com rodas pneumáticas – são 321 trens desse tipo, dos quais 292 com nove carros e 29 com seis carros. A outra categoria corresponde aos trens com rodas férreas – são 69 composições desse tipo, sendo 12 com nove carros, 27 com seis carros e 30 com sete carros. Normalmente, estão em operação 282 composições; as 108 restantes permanecem em algum estágio de manutenção ou em reserva operacional 25.

Expansão – No início de 2018, encontra-se em construção um trecho de 4,6 km da Linha 12, que ligará as estações Mixcoac e Observatorio e duas estações intermediárias 26.

Trem leve da Cidade do México 27

O Trem Leve integra a rede do Serviço de Transporte Elétrico (STE). O sistema opera no sul da Cidade do México, atendendo as delegações de Coyoacán, Tlalpan e Xochimilco.

Início de operação 1986
Número de linhas 1
Extensão total 13.04 km
Número de estações 18
Total de passageiros/ano
redução de 13,47% no período 28
2016 2017
35.062.100 30.339.100
Número de trens 20
Número de carros por trem 2
Capacidade total dos trens 374

Trem suburbano do Vale do México 29

Com dez anos de atividades (o início foi em junho de 2008, operado pela concessionária Ferrocarriles Suburbanos S.A. de C.V.), o Trem Suburbano conta com as sete estações da linha Buena Vista-Cuautitlán e atende aos municípios de Tlalnepantla, Tultitlán, Cuautitlán e Cuautitlán Izcalli, na porção norte do Vale do México, no Estado de México, e as delegações de Cuauhtémoc e Azcapotzalco, na Cidade do México.

Início de operação 2008
Número de linhas 1
Extensão total 27 km
Tarifa
Desde 1º de abril de 2018
‘Viagem curta’, com extensão de zero a 12,89 km ‘Viagem longa’, com extensão de 12,90 km a 25,59 km
8 pesos (USD 0,44) 18 pesos (USD 0,99).
Tempo de viagem entre terminais 25 minutos
Número de estações 7
Horários Segunda a sexta-feira Sábados Domingos
5h às 0h30 horas 6h às 0h30h 7h às 0h30h
Total de passageiros/dia típico 195 mil (2017)
Total de passageiros/ano 57 milhões (2017)
Número de trens N/D

Características técnicas – O sistema dispõe de trens de oito carros, que podem alcançar velocidade máxima de 130 km/h e desenvolvem velocidade comercial de 65 km/h. Cada trem tem capacidade para transportar 2.276 passageiros, dos quais 460 sentados e 1.816 em pé. Os trens oferecem ar condicionado, facilidades para pessoas com deficiência, sistema de informações acústicas e visuais aos passageiros e porta-bagagens

Trólebus da Cidade do México 30

O sistema de trólebus conta com oito linhas, que somam mais de 203 km e são operadas com 290 veículos, permitindo, segundo a operadora, Servicios de Transportes Electricos – STE, intervalo médio de quatro minutos.

Início de operação N/D
Número de linhas 8
Extensão total 203.64 km
Número de estações Em pesquisa
Total de passageiros/ano
Redução de 24,83% no período 31
2016 2017
73.748.500 passageiros 55.432.600 passageiros
Número de veículos na frota 290

Sistema M1 32

Em 2016, com a o estabelecimento da Cidade do México como entidade federativa independente, a Rede de Transporte de Passageiros (RTP), criada no ano 2000, então com 75 rotas, foi transformada no Sistema de Mobilidade 1 (Sistema M1), criado como um organismo público descentralizado da administração pública da Cidade do México, com personalidade jurídica e patrimônio próprio 33.

Início de operação 2016
Número de linhas 173
Extensão total N/D
Número de estações N/D
Total de passageiros/ano
aumento de 24,83% no período 34
2016 2017
3.517.100 4.312.900
Frota de ônibus 861 35

O Sistema M1 divulga ter como uma das principais tarefas transportar seus usuários dos terminais do Sistema Coletivo do Metrô para as áreas habitacionais que circundam a Cidade do México. O Sistema M1 oferece o Serviço Ordinário (90 rotas) e serviços dedicados. O Serviço Atenea busca garantir e aumentar o transporte com segurança para as mulheres (52 rotas das seis horas da manhã às 11 horas da noite em dias úteis). O Serviço Nochebus destina-se a quem trabalha à noite ou participa de atividades de diversão noturna (11 rotas, entre meia noite e cinco horas da manhã). Há ainda o Serviço Ecobus (duas rotas) e Serviço Expresso (23 rotas).

Metrobus 36

Início de operação 2005
Número de linhas 7
Extensão total 140 km
Número de estações 210
Tarifa básica 6 pesos (USD 0,33)
Tarifa para o Aeroporto Internacional 30 pesos (USD 1,65)
Total de passageiros/dia típico 1,07 milhão
Total de passageiros/ano Em pesquisa
Frota de ônibus 638
Caracterização da frota Articulados Bi-articulados De 12 metros De dois andares
449 53 46 90

As transferências entre linhas do Metrobus são gratuitas, desde que sejam feitas nas primeiras duas horas após a entrada no sistema e com uma viagem só de ida. O pagamento é feito através da ‘Tarjeta de Ciudad’ ou MB, que podem ser adquiridos nas máquinas de recarga de recarga e recarga de cartões, presentes em todas as estações do sistema.

REFERÊNCIAS
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    Consultado em 30 de março de 2018.
  2. http://www.cdmx.gob.mx/cdmx/sobre-nuestra-ciudad
    Consultado em 30 de março de 2018.
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    Consultado em 2 de abril de 2018.
  4. http://www.cdmx.gob.mx/storage/app/uploads/public/59a/588/5d9/59a5885d9b2c7133832865.pdf
  5. http://www.cdmx.gob.mx/cdmx/sobre-nuestra-ciudad
  6. https://www.gob.mx/cms/uploads/attachment/file/56213/valle-de-mexico-OCDE.pdf
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  11. http://www.beta.inegi.org.mx/app/indicadores/?p=449#tabMCcollapse-Indicadores
  12. https://www.gob.mx/cms/uploads/attachment/file/56213/valle-de-mexico-OCDE.pdf
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  16. https://viadf.mx/directorio/microbus
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  33. http://www.eluniversal.com.mx/articulo/metropoli/cdmx/2016/06/14/rtp-cambia-de-nombre-e-imagen-ahora-es-sistema-m1″
  34. http://www.beta.inegi.org.mx/temas/transporteurb
  35. http://www.excelsior.com.mx/comunidad/2018/03/26/1228716″
  36. http://www.metrobus.cdmx.gob.mx
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